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Investidor brasileiro poderá negociar BDRs de empresas brasileiras listadas no exterior

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Investidor brasileiro poderá negociar BDRs de empresas brasileiras listadas no exterior
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A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) anunciou hoje, terça-feira (11), que será permitido, a partir de setembro, que investidores de varejo comprem ativos de empresas brasileiras listadas no exterior sem sair da B3, através dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts).

Os BDRs são certificados de depósito de valores mobiliários que representam ações emitidas por empresas de outros países, mas que são negociados aqui, no pregão da B3.

A mudança faz com que os BDRs possam ser lastreados em ações emitidas por emissores estrangeiros com ativos ou receita no Brasil ou em títulos de dívida. Antes, apenas ações emitidas por companhias abertas, ou assemelhadas, com sede e ativos preponderantemente localizados no exterior poderiam servir como lastro para os valores mobiliários negociados no Brasil.

"Com a mudança, estamos tentando fazer com que pelo menos parte da liquidez (das negociações com esses papéis) fique aqui", disse o presidente da CVM, Marcelo Barbosa, em coletiva por telefone com jornalistas.

Por restrição regulatória, só podiam fazer esse tipo de investimento instituições financeiras, fundos de investimento e pessoas físicas ou jurídicas com investimentos financeiros superiores a R$ 1 milhão (investidores qualificados). Com a flexibilização, as pessoas físicas passam a ter a possibilidade de acessar o produto.

Para acessar a resolução da CVM, clique aqui.

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