clique para ir para a página principal

Abertura de Mercado: Tensão entre China e EUA e restrições de viagens na Europa marcam a abertura da semana

Atualizado em -

Abertura de Mercado: Tensão entre China e EUA e restrições de viagens na Europa marcam a abertura da semana Freepik
► Economia anuncia novos secretários para substituir Salim Mattar e Paulo Uebel► Banco do Brasil confirma indicação de André Brandão para assumir presidência

A indefinição marca o início da semana nos mercados financeiros, com investidores atentos às tensões entre China e Estados Unidos e a volta das restrições de viagens na Europa. Segundo estrategista-chefe da First Franklin Financial Services, “a economia vai continuar a reabrir à medida que nos aproximamos do final do ano, se você esperar o lançamento de uma vacina provavelmente perderá a maior oportunidade agora”, afirmou Brett Ewing ao site da Bloomberg.

As reuniões entre China e Estados Unidos, marcadas para o final de semana, foram adiadas, mostrando que a tensão entre as duas economias deve continuar. Na sexta, Trump ordenou oficialmente que o proprietário chinês do TikTok vendesse seus ativos nos Estados Unidos.

Na Ásia, medidas de estímulo da China impulsionaram os ganhos no país. O índice de Shangai fechou em alta +2,34%, Hong Kong em alta de +0,65% e Tóquio em queda de -0,83%.

Entre as commodities, os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam em alta de +0,36% cotados a 120,26 dólares e o petróleo Brent opera em leve queda de -0,38% a 44,63 dólares.

No Brasil, o índice de atividade econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou expansão de 4,9% na comparação mensal de junho, o equivalente a uma contração de 7,05% na comparação com o mesmo mês de 2019, refletindo a melhora de três setores da economia brasileira (indústria, comércio e serviços). O indicador funciona como uma “métrica mensal” do PIB.

No cenário corporativo, o IRB apresentou representação criminal ao MPF do Rio de Janeiro acerca das irregularidades encontradas nas demonstrações contábeis da companhia. A resseguradora afirmou que a representação contempla irregularidades como desvios e manipulações contábeis, entre outras, identificadas pelas investigações internas e forenses, que resultaram na republicação do balanço de 2019.

Relacionados:

► Economia anuncia novos secretários para substituir Salim Mattar e Paulo Uebel► Banco do Brasil confirma indicação de André Brandão para assumir presidência

Leia mais: