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Oracle entra na disputa pela compra do TikTok; ações da empresa sobem até 2,8% na bolsa de NY

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Oracle entra na disputa pela compra do TikTok; ações da empresa sobem até 2,8% na bolsa de NY
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A Oracle (ORCL), empresa multinacional de tecnologia e informática dos Estados Unidos, é a nova interessada em comprar o aplicativo chinês TikTok, afirma o jornal Financial Times.

O grupo americano estaria trabalhando com um grupo de empresas de capital de risco que já possuem participação na ByteDance, controladora chinesa do TikTok, incluindo a General Atlantic e a Sequoia Capital, e está considerando adquirir as operações do aplicativo de vídeos nos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Com o anúncio, as ações da Oracle subiram em até 2,8% nas negociações da Bolsa de Nova York na manhã desta terça-feira (18).

Briga de gigantes

A Microsoft (MSFT) considerou fazer uma oferta para ter o controle de todas as operações mundiais do TikTok, porém, a ByteDance se opõe a vender quaisquer ativos que não sejam nos países já citados anteriormente.

Mais recentemente, o Twitter (TWTR) divulgou que está conversando com os controladores do app chinês. Como a disputa deve ser na casa dos bilhões de dólares, o Twitter, uma empresa com valor de mercado bem menor que as rivais, provavelmente precisaria de ajuda para financiar a operação.

Trump quer banir os aplicativos chineses dos EUA

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou duas ordens para banir os aplicativos chineses TikTok e o WeChat caso não sejam vendidos para companhias americanas. Na época da assinatura, a decisão afetou as bolsas asiáticas e impactou as empresas de tecnologia da região, com as ações da Tencent, dona da WeChat, desabando 10%.

Em um contexto de tensões políticas e comerciais com Pequim, Washington acusa a plataforma há vários meses de ser utilizada pelos serviços de Inteligência chineses para vigilância.

Ao ser questionado sobre o anúncio de Trump, o porta-voz da diplomacia chinesa, Wang Wenbin, acusou o governo americano de atacar de maneira frequente as empresas estrangeiras, abusando da noção de segurança nacional.

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