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Ibovespa encerra o mês com queda acumulada de 3,44%, primeira desvalorização do índice desde março

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Ibovespa encerra o mês com queda acumulada de 3,44%, primeira desvalorização do índice desde março Foto: Freepik
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O índice brasileiro encerrou o dia em queda de 2,72% aos 99.369 pontos refletindo uma maior preocupação com o ambiente fiscal depois da entrega do Orçamento de 2021. O governo elevou a projeção de déficit fiscal para R$ 233,6 bilhões. O valor da extensão do auxílio emergencial deve ser anunciado amanhã.

Também hoje saiu o resultado das contas públicas do mês passado. O déficit fiscal brasileiro em julho foi de R$ 81,1 bilhões, menor que a mediana das expectativas dos economistas, que apontava para um déficit de R$ 89,8 bilhões.

Com isso, o Ibovespa fechou em queda e encerrou o mês com perda acumulada de 3,44%. Com isso, agosto teve a primeira desvalorização mensal do índice desde março, interrompendo a sequência da retomada após o crash da pandemia.

Amanhã, além da definição do valor do auxílio emergencial, também tem na pauta o desempenho do PIB do país no segundo trimestre, com projeções compiladas pela Refinitiv apontando contração de 9,4% em relação ao primeiro trimestre e de 10,7% ano a ano.

Enquanto isso, o dólar comercial registra alta de 1,2% a R$ 5,4799 na compra e a R$ 5,4807 na venda.

Maiores altas

  • Energias Brasil (ENBR3) +6,56% R$ 18,68
  • Via Varejo (VVAR3) +1,19% R$ 20,46
  • Marfrig (MRFG3) +1,02% R$ 17,80

Maiores baixas

  • Hypera (HYPE3) -6,36% R$ 31,50
  • Gol (GOLL4) -5,95% R$ 17,85
  • Cogna (COGN3) -5,16% R$ 5,70

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