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Bolsonaro descarta privatização da Casa da Moeda, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal

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Bolsonaro descarta privatização da Casa da Moeda, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal Foto: Marcelo Sayão
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O Ibovespa encerrou o último pregão no campo positivo, variação +0,42%, cotado a 100.098 pontos, indo na contramão dos mercados internacionais e puxado pelo setor de siderurgia e mineração (USIM5 +5,1% e VALE3 +1,8%). Na manhã de hoje, as bolsas europeias e os índices futuros americanos operam em direções mistas, em meio à negociação do novo pacote de estímulos americano e o crescente número de casos de Covid-19 na Europa, que levou ao fechamento de atividades em algumas regiões. O índice futuro do S&P 500 indica alta de 0,18%, enquanto as bolsas europeias operam em queda de 0,10%.

Cenário nacional

No cenário doméstico, repercute a fala de Bolsonaro durante sua live semanal de que o Banco do Brasil, a Caixa e a Casa da Moeda não serão privatizados em seu governo.

“Banco do Brasil e Caixa Econômica, no meu governo, não se cogita sua privatização. Assim como queriam privatizar a Casa da Moeda. O pessoal fala em interferir, mas eu exerci um direito meu", disse o presidente.

Segundo Bolsonaro, a Casa da Moeda envolve questão de segurança nacional e, por isso, não seria adequado privatizar a instituição.

A agenda de indicadores do dia traz a divulgação da segunda prévia do IGP-M para o mês de setembro, que passou a subir 4,57% ante alta de 2,34% no mês anterior e refletindo a aceleração da inflação ao produtor. No exterior, será divulgada a leitura preliminar do índice de sentimento do consumidor dos Estados Unidos.

Corporativo

No cenário corporativo, a Magazine Luiza deve fazer o desdobramento de ações na proporção de um para quatro com o objetivo de tornar a cotação mais acessível aos investidores. A construtora Cury, por sua vez, precificou as suas ações em R$ 9,35, 15% abaixo do piso da faixa indicativa que ia de R$ 11 a R$ 14,30. As ações estreiam na B3 na próxima segunda-feira (21).

Entre as commodities, o contrato de minério de ferro mais negociado, para janeiro de 2021, fechou em alta de 1,6% na bolsa de Dalian, enquanto o petróleo Brent opera em queda de 0,88%, cotado a US$ 42,92.

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