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Confiança do consumidor cresce, mas pessimismo de classes mais baixas ainda impacta

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Confiança do consumidor cresce, mas pessimismo de classes mais baixas ainda impacta Foto: Reprodução
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A confiança dos consumidores brasileiros continua em trajetória de crescimento após as perdas causadas pelo coronavírus, mas ainda não alcançou o patamar que tinha antes do início da pandemia.

Dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quarta-feira (23) mostram que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 3,2 pontos em setembro e alcançou 83,4 pontos, numa escala que vai de zero a 200. Em fevereiro, antes do início da pandemia, o índice estava em 87,8 pontos, ou seja, apesar dos avanços nos últimos cinco meses, a recuperação ainda não foi completa.

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Fonte: FGV IBRE

Segundo a FGV, embora o crescimento continue, as expectativas pessimistas dos consumidores de baixa renda impacta o índice. O fim do auxílio emergencial, que foi reduzido para R$300 e deixará de ser pago pelo governo em dezembro, é um dos principais fatores para o pessimismo das classes mais baixas.

"Houve melhora da confiança em todas as faixas de renda, principalmente nas faixas intermediárias. Para os consumidores de menor poder aquisitivo, a piora relacionada à falta de perspectivas sobre a situação financeira familiar impede um aumento da confiança", aponta a FGV.

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Fonte: FGV IBRE

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