clique para ir para a página principal

Projeções se confirmam e confiança da indústria atinge melhor nível dos últimos 7 anos

Atualizado em -

Projeções se confirmam e confiança da indústria atinge melhor nível dos últimos 7 anos Foto: Pixabay
► Prévia mostra que confiança da indústria de setembro pode atingir melhor nível desde 2013► Confiança do consumidor cresce, mas pessimismo de classes mais baixas ainda impacta

O otimismo do setor industrial com a situação econômica atual fez o Índice de Confiança da Indústria (ICI) avançar 8 pontos no mês de setembro, chegando aos 106,7 pontos, numa escala que vai de zero a 200 pontos. Esse é o melhor patamar do ICI desde janeiro de 2013 e é a quinta alta consecutiva do índice.

text

Projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV) noticiadas pelo M1M aqui já mostravam que o setor industrial teria um aumento significativo na confiança em setembro. As expectativas se confirmaram e, segundo a FGV, o resultado sugere que o pior já foi superado após o início da pandemia do coronavírus.

“A sondagem de setembro mostra o setor industrial satisfeito com o momento presente e moderadamente otimista em relação aos próximos três meses. Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre", destaca Renata de Mello Franco, economista da FGV-IBRE.

Em setembro, 18 dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 9,5 pontos, para 107,3 pontos, o maior valor desde janeiro de 2013 (107,6 pontos). Por sua vez, o Índice de Expectativas (IE) cresceu 6,3 pontos, para 105,9 pontos, o maior desde abril de 2013 (107,2 pontos).

Relacionados:

► Prévia mostra que confiança da indústria de setembro pode atingir melhor nível desde 2013► Confiança do consumidor cresce, mas pessimismo de classes mais baixas ainda impacta

Leia mais: