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Estoque de empregos formais cresceu em 2019, mas remuneração média diminuiu

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Estoque de empregos formais cresceu em 2019, mas remuneração média diminuiu Freepik
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A criação de empregos formais no Brasil aumentou em 2019 na comparação com 2018 e atingiu o maior nível desde 2015.

Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2019, divulgada pelo Ministério da Economia, o emprego formal cresceu 1,98% no Brasil em 2019, com a geração de 923.096 postos. Em 31 de dezembro de 2019, o estoque de empregos ficou em 47,5 milhões, acima dos 46,6 milhões registrados em dezembro de 2018.

Apesar do aumento no estoque de empregos, a remuneração média caiu entre 2018 e 2019 e ficou em R$3.156,02 em dezembro do ano passado. Em dezembro de 2018, o valor era de R$3.198,05.

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A Rais analisa dados de empregos com vínculo celetista, estatutário e outros, como avulso, temporário e aprendiz. Do total de vínculos formais de 2019, 18% eram estatutários, 79,3% celetistas e 2,7% possuíam outros tipos de vínculos.

Outra análise importante da relação mostra que a atividade de Serviços concentra a maior parte dos empregos formais. Em 2019, foram 26.963 empregos formais em estoque. A área de Comércio terminou o ano com estoque de 9.385 empregos, seguida pela Indústria, com estoque de 7.556 postos.

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Apesar do maior número de empregos em Serviços, quem paga melhor é a Indústria. Segundo o documento, a remuneração média da Indústria em dezembro era de R$1.922,25. No setor de Serviços, a remuneração média ficou em R$1.918,30.

Para conferir o relatório na íntegra, acesse o portal do Ministério da Economia.

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