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FGC lança aplicativo que facilita resgates em casos de calote de instituições financeiras

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FGC lança aplicativo que facilita resgates em casos de calote de instituições financeiras Pixabay
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O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), administrador do mecanismo de proteção aos depositantes e investidores de instituições financeiras a ele associadas, lançou um aplicativo com o objetivo de simplificar um eventual resgate do fundo para os casos de não pagamento da instituição financeira. O app pode ser baixado para os celulares no sistema Android e iOS.

Entidade privada e sem fins lucrativos, o FGC foi criado para dar mais segurança ao sistema financeiro e proteger investidores em caso de calote da instituição financeira credora em aplicações bancárias como o CDB, por exemplo. O fundo garante até R$ 250 mil por conta, CPF ou CNPJ no valor de até R$ 1 milhão a cada quatro anos - na hipótese de um mesmo cliente possuir valores garantidos pelo FGC em mais de uma instituição.

"Na prática, o FGC é um grande 'fundão'. Para ficar claro, basta imaginar que existe 'um porquinho' no qual todos os meses as instituições financeiras colocam moedas. Ele nada mais é do que um garantidor, um seguro para o Sistema Financeiro brasileiro. Uma vez que alguma instituição financeira tenha problema, esse fundo é acionado", exemplifica o Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane.

Para entender melhor sobre o funcionamento do Fundo Garantidor de Crédito, ouça o programa sobre "Classes de ativos de renda fixa e como o FGC minimiza os riscos" do podcast +Q1Minuto.

Novo App

Anteriormente, se o investidor tomasse um calote do banco teria que ir a uma agência indicada pelo FGC para efetuar a assinatura do termo físico de recebimento dos valores. Agora, essa assinatura passa a ser digital através do aplicativo.

De acordo com o diretor executivo do FGC, Daniel Lima, a assinatura desse termo é essencial para que o fundo possa buscar ressarcimento dos valores pagos como garantia junto às instituições em liquidação:

"Com o aplicativo, a assinatura do termo passará a ser eletrônica, preservando a segurança do processo, ao mesmo tempo em que aumenta a comodidade para o beneficiário, que não mais precisará ir até uma agência bancária", explicou, em comunicado à imprensa.

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