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Pfizer faz proposta ao governo brasileiro e acerto permitiria vacinação no 1° semestre de 2021

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Pfizer faz proposta ao governo brasileiro e acerto permitiria vacinação no 1° semestre de 2021 Divulgação
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Em comunicado divulgado nesta quarta-feira (18), a Pfizer informou que apresentou ao governo federal uma proposta de comercialização da sua vacina contra a Covid-19, sem dar detalhes de valores.

“A Pfizer fez uma proposta ao governo brasileiro, em linha com os acordos que temos fechado em outros países, inclusive na América Latina, que permitiria vacinar alguns milhões de brasileiros no primeiro semestre, sujeita à aprovação regulatória”, disse a Pfizer Brasil em comunicado divulgado nesta quarta-feira (18).

A farmacêutica reportou que irá trabalhar em parceria com a Anvisa para fornecer todos os dados necessários para avaliação e destacou que elaborou um plano logístico detalhado “para apoiar o transporte eficaz" da vacina contra a Covid-19.

“Para isso, foi desenvolvida uma embalagem especial (em formato de caixa) com temperatura controlada, fácil de transportar e manipular, que utiliza gelo seco para manter a condição de armazenamento recomendada, de – 75° C (± 15° C) por até 15 dias”, completou.

Mais cedo, a Pfizer e a BioNTech anunciaram que concluíram a fase 3 dos testes da vacina e que a eficácia foi de 95% - acima dos 90% observados na fase 2, com menos participantes infectados.

A empresa informou ainda que solicitará à Food and Drug Administration (FDA) – agência americana equivalente à Anvisa no Brasil –, o uso emergencial do imunizante. A Pfizer também prometeu compartilhar os dados com outras agências reguladoras em todo o mundo. Para mais informações, clique aqui.

Coronavac

A CoronaVac, produzida pela chinesa Sinovac e que está em testes no Brasil, se mostrou segura e com resposta imune satisfatória durante as fases 1 e 2 dos experimentos. Os dados estão em artigo publicado na revista científica “The Lancet”.

De acordo com a pesquisa, os voluntários que receberam a dose mais baixa (de 3µg) apresentaram resposta imune em 97% dos casos. Esse número não é a taxa de eficácia da vacina, que é o resultado da proporção de redução de casos entre o grupo vacinado comparado com o grupo não vacinado.

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