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IBGE: Desemprego (14,6%) e ocupação (82,5 milhões) chegam a piores índices da série histórica

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IBGE: Desemprego (14,6%) e ocupação (82,5 milhões) chegam a piores índices da série histórica Agência Brasil | Arquivo
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Dados divulgados hoje pelo IBGE mostram que a taxa de desocupação no trimestre em julho e setembro chegou a 14,6% - a mais alta da série histórica iniciada em 2012. O número é 1,3 ponto percentual maior que o registrado no trimestre anterior e 2,8 p.p superior ao apurado no mesmo período do ano passado.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e ainda apontam 14,1 milhões de pessoas desocupadas, um crescimento de 1,3 milhão de pessoas (10,2%) frente ao segundo trimestre e de 1,6 milhão de pessoas (12,6%) em relação ao mesmo trimestre de 2019.

A taxa de desocupação subiu em dez estados e ficou estável nos demais. Bahia (20,7%) teve a maior taxa de desocupação e Santa Catarina (6,6%), a menor. Na divisão por sexos, a desocupação foi de 12,8% para os homens e 16,8% para as mulhres.

Além disso, o volume da população ocupada chegou ao patamar mais baixo da série histórica e caiu 1,1% frente ao trimestre anterior e 12,1% na comparação com o terceiro trimestre do ano anterior. O contingente de pessoas com carteira assinada caiu 2,6% no período – com perda de 790 mil postos de trabalho.

“Houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre. Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente de pessoas em busca de uma ocupação”, explica a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.

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