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Moradores da Região Norte do país foram os que mais solicitaram empréstimos no país, informa IBGE

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Moradores da Região Norte do país foram os que mais solicitaram empréstimos no país, informa IBGE Pixabay
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A edição mensal da Pnad Covid-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou, nesta terça-feira (1), que os moradores da Região Norte foram os que mais solicitaram empréstimos no país em outubro. Do total de 68,7 milhões de domicílios, em cerca de 6 milhões (8,7%) algum morador fez a solicitação, sendo que em 5,2 milhões (7,5%) tiveram pedido aceito e, em 801 mil (1,2%), o empréstimo não foi concedido.

A Região Norte também é a líder em recusa de empréstimos, cerca de 17,5% dos domicílios tiveram suas solicitações recusadas, ultrapassando a Região Centro-Oeste que tinha uma taxa de recusa maior no mês anterior.

A Região Sul foi onde houve a maior procura por empréstimo (9,7%), ultrapassando a Região Centro-Oeste que obteve maior percentual no mês passado. Na Região Sul foi também onde houve a menor taxa de recusa de empréstimo, aproximadamente 10,0%.

Força de trabalho

O levantamento apontou que a força de trabalho passou de 96,4 milhões em setembro para 97,9 milhões em outubro deste ano, com alta de 1,5%.

O número de pessoas desempregadas era de 74,1 milhões em setembro e passou para 72,7 milhões em outubro, uma queda de 1,9%. Deste total, 34,1% (24,8 milhões) gostariam de trabalhar, mas não buscaram trabalho e 19,9% (14,5 milhões) não buscaram trabalho devido à pandemia ou à falta de trabalho na localidade, mas gostaria de trabalhar.

Em maio, 70,2% das pessoas, embora quisessem trabalhar, não o fizeram por causa da pandemia ou da falta de trabalho na localidade em que viviam. Esse percentual vem caindo mês a mês: em setembro, 61,3% das pessoas que embora quisessem trabalhar não o fizeram alegaram que o principal motivo estava relacionado à pandemia ou à falta de trabalho na localidade, e agora em outubro, esta proporção caiu para 58,4%.

Já o nível da ocupação era de 49,7% em maio, passou para 48,6% em setembro e chegou em 49,3% em outubro, configurando uma trajetória em “U”, com seu valor mínimo em julho (47,9%).

Home office em queda

Dos 84,1 milhões empregados existentes no país, 4,7 milhões estavam afastados do trabalho e 2,3 milhões destes estavam afastados devido ao distanciamento social, representando quedas de 12,7% e 22,0% frente a setembro, respectivamente. Segundo o IBGE, os indicadores acumulam quedas de 75,3% e 85,1%, respectivamente, desde o início da pandemia.

A redução dos afastamentos do trabalho devido à pandemia também pôde ser verificada através da redução da proporção de pessoas afastadas por este motivo no total de pessoas ocupadas, que de setembro para outubro, passou de 3,6% para 2,8%. Em maio, este percentual era de 18,6%.

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