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Ministério da Saúde negocia 150 milhões de doses de vacinas contra a Covid para o 1º semestre de 2021

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Ministério da Saúde negocia 150 milhões de doses de vacinas contra a Covid para o 1º semestre de 2021 Divulgação | Fiocruz Minas
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A Fiocruz confirmou que a vacina da AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford começará a ser entregue ao Ministério da Saúde a partir do dia 08 de fevereiro. A declaração foi feita nesta terça-feira (22) durante audiência realizada pela Comissão Externa da Câmara dos Deputados que acompanha as ações de combate à Covid-19.

Segundo Nísia Trindade Lima, presidente da Fiocruz, serão entregues um milhão de doses - entre 8 e 12 fevereiro - e mais um milhão na semana seguinte para o Programa Nacional de Imunização. A partir de então, serão encaminhadas 700 mil doses diariamente.

Nísia informou ainda que existe um esforço na tentativa de adquirir mais vacinas produzidas em outros laboratórios do mundo antes desse prazo.

"Haverá uma reunião com o diretor da AstraZeneca para ver essa possibilidade. O prazo com que estamos comprometidos é esse, mas estamos num esforço nacional para aumentar a proteção o mais rápido possível", confirmou a presidente da Fiocruz.

A expectativa do Ministério da Saúde é receber ao menos 150 milhões de doses no primeiro semestre de 2021. Neste total, estão incluídas as vacinas do Instituto Butantan, AstraZeneca e Pfizer.

cronograma vacinas Fiocruz

Fonte: Fiocruz

CoronaVac

O Ministério da Saúde também informou hoje que negocia com o Instituto Butantan uma expansão do contrato de aquisição da CoronaVac para 100 milhões de doses, a serem entregues no primeiro semestre de 2021.

Segundo o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Arnaldo Medeiros, o contrato com o Butantan está em fase final e o cronograma de entrega das vacinas proposto pelo instituto prevê entrega de 9 milhões de doses em janeiro, 15 milhões em fevereiro e 22 milhões em março. No entanto, o governo federal já negocia um aumento do número de doses no contrato.

"Ontem tivemos uma reunião para expandirmos essa compra para 100 milhões até o final do primeiro semestre", afirmou Medeiros, durante a reunião da Comissão Externa de Enfrentamento à Covid-19 da Câmara dos Deputados.

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