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Crédito rural sobe 18% no segundo semestre de 2020; empréstimos somam R$ 125 bi

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Crédito rural sobe 18% no segundo semestre de 2020; empréstimos somam R$ 125 bi Freepik
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou nesta quarta-feira (06) o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021 informando o crescimento de 18% do crédito rural em relação ao mesmo período no ano anterior, totalizando R$ 125,3 bilhões entre julho e dezembro de 2020.

O crédito para investimento totalizou R$ 39,57 bilhões e registrou o maior crescimento, de 44% na comparação com o segundo semestre do ano anterior. Os financiamentos de custeio alcançaram R$ 67,86 bilhões, crescimento de 12%, e de industrialização, R$ 7,18 bilhões, crescimento de 2%.

"Sobre as contratações de custeio, os pequenos produtores responderam por R$ 10,3 bilhões (16%) e os médios produtores, R$ 15 bilhões (7%). A maior parte foi contratada por demais produtores, R$ 42,49 bilhões, um crescimento de 14%", informou a pasta.

A única modalidade a registrar queda nas contratações foram os financiamentos de comercialização, que caíram 9% e somaram R$ 10,67 bilhões.

Em relação aos programas de investimento, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e administrados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a contratação ocorreu da seguinte forma: R$ 6,66 bilhões do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota); R$ 1,45 bilhão do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA); R$ 1,43 bilhão do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro); R$ 637 milhões do Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra) e R$ 1,18 bilhão do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro).

Quanto aos financiamentos agropecuários feitos a partir de recursos da emissão de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), o Ministério informou que totalizam R$ 14,5 bilhões, aos quais se somam os valores referentes às aquisições de CPRss e às operações com agroindústrias.

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