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Em cinco anos, transações por PIX podem representar até 36% do PIB, aponta estudo

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Em cinco anos, transações por PIX podem representar até 36% do PIB, aponta estudo Marcello Casal Jr. | Agência Brasil
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A EY, multinacional que oferece serviços de Consultoria, Auditoria, Impostos e Transações, elaborou um estudo para tentar mensurar o impacto no Brasil dos pagamentos instantâneos, como o PIX, nos meios de tradicionais utilizados no Brasil. A projeção é que o volume pode chegar a 36,3% do PIB até 2024. Em valores reais, a estimativa é que os dois primeiros anos da nova modalidade deva movimentar entre R$ 230 bilhões e R$ 620 bilhões, podendo chegar a R$ 4,78 tri em cinco anos.

O material partiu da base de dados de quatro países que passaram por processo semelhante: Suécia, Austrália, Reino Unido e Índia. Segundo a pesquisa, os meios não eletrônicos sofrerão maior impacto, com a redução no volume de saques, utilização de cheques e circulação de papel moeda.

Ainda de acordo com o levantamento, os consumidores estão fazendo cada vez mais uso dos meios digitais de pagamento. Somente no primeiro semestre do ano passado, foram R$ 173,5 bilhões de compras digitais – um aumento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2010, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).

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