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Ações da Xiaomi registram queda recorde após inclusão em "lista negra" de Trump

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Ações da Xiaomi registram queda recorde após inclusão em "lista negra" de Trump Divulgação/Xiaomi
► Governo Trump inclui nove empresas chinesas em lista de restrições econômicas ► China fecha 2020 com alta de 2,3% no PIB

Na última quinta-feira (14), o governo Trump acrescentou nove empresas chinesas em uma lista de organizações que seriam propriedades ou controladas por militares chineses. As empresas nessa lista são sujeitas a restrições, entre elas a proibição de investimento americano.

Entre elas está a Xiaomi, gigante que desenvolve, investe, produz e distribui smartphones, notebooks, smartbands, fones de ouvido, televisões, dispositivos para casas inteligentes, e muitos outros produtos. Segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg, Lei Jun, CEO da companhia, perdeu quase US$ 3 bilhões após uma queda recorde de 10% das ações. Lin Bin, vice-presidente da empresa, perdeu US$ 1,5 bilhão, e a fortuna de pelo menos cinco outros acionistas bilionários também encolheu.

As ações da Xiaomi fecharam em alta recorde na semana passada e, em dezembro, o valor de mercado da empresa ultrapassou US$ 100 bilhões e finalmente atingiu a meta da abertura de capital em 2018. A mudança surpreendeu investidores. A Xiaomi disse que não pertence e nem é controlada por militares da China.

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