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Hapvida aumenta estrutura de atendimento para enfrentar caos na saúde do Amazonas

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Hapvida aumenta estrutura de atendimento para enfrentar caos na saúde do Amazonas Hapvida | Divulgação
► Notre Dame Intermédica comunica a aquisição do Hospital Lifecenter por R$ 240 milhões► Planos de saúde individuais ressurgem com personalização criada pelas “healthtechs”► Rumor de fusão entre Hapvida e Intermédica faz ações dispararem

A Hapvida (HAPV3) enviou hoje comunicado ao mercado para atualizar os acionistas e a sociedade sobre a sua atuação em Manaus (AM) em razão do recrudescimento da pandemia pelo novo coronavírus. O estado do Amazonas tem registrado alto número de mortes pela pandemia por falta, sobretudo, de insumos básicos, como oxigênio, que tem sido insuficiente para atender à demanda.

Segundo a companhia, houve aumento expressivo do número de casos tanto nas emergências quanto de pacientes internados com suspeita de Covid. A segunda onda, no caso de Manaus, superou a primeira onda tanto em número de atendimentos quanto em volume de internações.

Ainda de acordo com a empresa, algumas medidas foram adotadas para tentar enfrentar o problema no Amazonas: inauguração de duas novas unidades de atendimento; contratação de cerca de 700 novos profissionais, entre médicos, enfermeiros e fisioterapeutas; e remanejamento de equipamentos de outras cidades, como Goiânia e Fortaleza.

Notre Dame conclui compra de hospital

A Notre Dame Intermédica (GNDI) informou hoje ao mercado ter concluído o processo de aquisição do hospital mineiro Lifecenter Sistema de Saúde. A transação foi aprovada no mês passado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). O valor do negócio foi de R$ 240 milhões.

A companhia também comunicou ao mercado ter celebrado um contrato de aluguel por 25 anos (com opção de compra), e renováveis por mais 25 anos, de um imóvel com vocação hospitalar no município de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. A operação da unidade deve ter início no segundo semestre deste ano e contará com uma capacidade de até 130 leitos, sendo 30 deles de UTI. O Lifecenter possui 205 leitos e no passado teve. Um faturamento líquido de R$ 253,9 milhões.

Setor mais inelástico

O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, destaca que as companhias do setor de Saúde tendem a não sofrerem tanto com os impactos durante crises econômicas. E, no caso da pandemia do coronavírus, muitas companhias que atuam no seguimento tiveram uma alta valorização devido ao aumento pela demanda.

"Empresas do setor da Saúde, normalmente, têm um faturamento muito inelástico. Ou seja, significa que elas têm menos sazonalidade, menos dependência de um setor econômico favorável para que continuem gerando caixa. Afinal de contas, não escolhemos hora para usar serviços de saúde. Pelo contrário, consumimos de maneira aleatória, de forma perene ao longo da vida e numa curva ascendente conforme ficamos mais velhos", explica Milane.

Aprenda mais sobre como aproveitar o crescimento perene de empresas que atuam na área da Saúde ouvindo o episódio do podcast +Q1Minuto sobre o assunto. O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, mergulha no tema e explica de forma mais ampla como os investidores podem se orientar na escolha de papéis que tornem a carteira de ativos mais resistente ao sobe e desce da bolsa de valores.

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