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Incêndio atinge fábrica indiana de vacinas; Anvisa analisa uso emergencial de Sputinik V

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Incêndio atinge fábrica indiana de vacinas; Anvisa analisa uso emergencial de Sputinik V AFP
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No começo da manhã, começaram a circular imagens de um incêndio de grandes proporções em um dos prédios do Serum Institute of India (SII), o maior fabricante mundial de vacinas. Atualmente, o instituto produz as doses da Covishield, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford.

Pelo Twitter, o presidente executivo do SII, Adar Poonawalla, disse que não houve perdas de vidas e nem comprometimento na produção das vacinas. Ele também afirmou que o instituto tem vários prédios que abrigam a produção de vacinas para lidar com imprevistos. “Gostaria de tranquilizar todos os governos e o público de que não haverá perda de produção de #COVISHIELD devido a vários edifícios de produção que mantive em reserva para lidar com tais contingências”, escreveu em sua conta.

Sputnik V

O Fundo Soberano da Federação da Rússia, que coordena o desenvolvimento da vacina Sputnik V, assegurou hoje que as informações adicionais para pedido de uso emergencial no Brasil foram fornecidas à Anvisa. Os dados foram repassados pelo CEO do Fundo, Krill Dmitriev, a jornalistas internacionais.

“As informações já foram dadas na noite passada. Temos grande demanda no Brasil e esperamos resolver qualquer questão com o Brasil nas próximas duas semanas”, afirmou Kirill Dmitriev, em entrevista veiculada pela Reuters.

Na última semana, a Anvisa informou que a União Química, farmacêutica parceira dos russos, não entregou a documentação mínima necessária para o início da análise.

Segundo o executivo, Hungria e Emirados Árabes também deram sinal verde emergencial para a vacina. A Hungria é o primeiro país europeu a tomar a medida, abrindo caminho para a vacina na região. Segundo Kirill, México e Índia também devem aprovar o uso da Sputinik V em breve.

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