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Guedes se reúne com Pacheco e diz que auxílio só volta se for decretada calamidade

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Guedes se reúne com Pacheco e diz que auxílio só volta se for decretada calamidade Wilson Dias | Agência Brasil
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Após encontro, na noite de ontem, com o novo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que uma eventual nova rodada do auxílio emergencial deve estar dentro do orçamento e ser acionada apenas em caso de nova calamidade pública.

Para o ministro, uma nova rodada do auxílio atenderia cerca de 32 milhões de pessoas, pouco menos da metade dos 67,9 milhões que receberam em 2020. Para chegar ao número, a nova versão do auxílio não incluiria quem já está inscrito no Bolsa Família e se concentraria na faixa da população que não recebe nenhum tipo de auxílio.

”Nós temos como orçamentar isso (nova rodada do auxílio), desde que seja dentro de um novo marco fiscal. Se o Congresso aciona o estado de calamidade, temos condição de reagir rapidamente. Mas é muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças. Estamos preparados para fazer as coisas dentro das proporções”, declarou Guedes, segundo a Agência Brasil, ao sair do encontro com Pacheco.

Ao lado de Guedes, Pacheco disse que foi ao Ministério da Economia expressar “formalmente” à equipe econômica a preocupação dos parlamentares com o fim do auxílio emergencial.

Sobre o cronograma de votação das reformas econômicas, Pacheco reiterou que pretende concluir a reforma tributária em 2021, aproveitando as propostas em tramitação no Congresso, sem impor um novo texto. Além da reforma tributária, Pacheco listou, como prioridades, as propostas de emenda à Constituição (PECs) do pacto federativo, emergencial e da desvinculação dos fundos públicos.

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