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Supermercados fecham 2020 com a melhor geração de emprego desde 2014, segundo APAS

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Supermercados fecham 2020 com a melhor geração de emprego desde 2014, segundo APAS Pixabay
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A Associação Paulista de Supermercados (APAS) divulgou nesta segunda-feira (08) que a geração líquida de emprego formal no setor supermercadista do Estado de São Paulo em 2020 foi de 18,7 mil – número 46,5% maior que 2019. O resultado positivo é o melhor desde 2014, quando o saldo anual foi de 18,9 mil empregos.

Analisando apenas o mês de dezembro, que historicamente é o melhor mês para a geração de empregos no setor, o varejo alimentar criou 18 mil vagas em todo o Brasil - resultado 76,5% maior que o mesmo mês em 2019. No panorama nacional, os supermercados do Estado de São Paulo foram os que mais geraram empregos com 4.562 mil novas vagas, quase o dobro do Estado de Minas Gerais (2.449), o segundo melhor.

Geração líquida de empregoformal

Fonte: APAS

“O desenvolvimento da nossa cartilha de segurança para o combate ao coronavírus desde os primeiros dias da pandemia foi preponderante conseguirmos cumprir com a missão da essencialidade do setor supermercadista. Consequentemente, garantimos o seguro e ininterrupto abastecimento da população e gerarmos empregos para milhares de pessoas”, contextualiza o presidente da APAS, Ronaldo dos Santos.

Reconhecido por ser porta de entrada para muitos primeiros empregos e prestador de um serviço essencial para a sociedade, atualmente 566,9 mil pessoas trabalham em supermercados no Estado de São Paulo. Os dados apontam que as contratações aconteceram em todos os canais de vendas, sendo que na análise do mês por canal os atacados e atacarejos conseguiram ficar positivo em 457, o melhor desempenho da década. Os Minimercados criaram 687 e os hortifrútis 327 novas vagas.

Cesta básica

Nesta segunda-feira (08), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostrou que quem recebeu um salário mínimo em janeiro teve, em média, mais da metade da renda comprometida pela cesta básica.

O Dieese avaliou que a maior participação da cesta no salário mínimo foi registrada em São Paulo (SP), com 64,29%. Em Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Vitória (ES) e Brasília (DF) o custo também ficou acima dos 60% da renda.

As capitais que registraram participação abaixo da metade do salário mínimo foram Belém (PA), Salvador (BA), Recife (PE), João Pessoa (PB), Natal (RN) e Aracaju (SE). A capital de Sergipe teve a menor porcentagem, de 44,31% da renda.

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