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Câmara recebe pedido de urgência por mudanças urbanísticas no Rio

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Câmara recebe pedido de urgência por mudanças urbanísticas no Rio Pixabay
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O presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, Rafael Aloisio Freitas (Cidadania), recebeu ontem (09) representantes dos setores imobiliário e de construção civil, que apresentaram um estudo comparativo entre a legislação aplicada no setor adotada na capital paulista e no município do Rio. As diferenças, na avaliação dos estudiosos, é um dos principais empecilhos para a retomada do crescimento econômico da cidade.

“Foi uma reunião excelente, com setores que serão fundamentais para a nossa retomada econômica. Na comparação com São Paulo, eles mostraram o quanto precisamos avançar para que tenhamos novamente uma economia mais aquecida e dinâmica. Trouxeram essas demandas para que a Câmara possa ser protagonista no que diz respeito à legislação, para gerar não só emprego e renda para os cariocas, mas também arrecadação para a Prefeitura”, destacou Rafael Aloisio.

O presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-RJ) e vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Claudio Hermolin, também considerou o encontro muito produtivo, tanto para o setor quanto para o futuro da economia carioca.

“Toda a oportunidade que temos de criar um canal de diálogo com o Legislativo é fundamental, para que possamos explicar os desafios que temos e o quanto podemos transformar novamente os setores imobiliário e o da construção civil nas principais locomotivas de retomada da economia e geração de emprego e renda”, explicou Hermolin.

Um dos pontos principais da reunião foi o Projeto de Lei Complementar 136/2019, que permite a reconversão de imóveis protegidos para uso residencial, uma medida que revolucionaria regiões da cidade como o Centro e a Zona Norte.

“Esse projeto está na Câmara desde 2019 e não pode ficar esquecido. Precisa ser reativado, rediscutido e adaptado de acordo com as necessidades. Nosso mercado, diferentemente de outros tantos, reage a médio e longo prazo. Nosso ciclo é longo. No momento em que há mudança da legislação, ainda se espera muitos meses para que tenha impacto positivo na geração de novas licenças, empreendimentos e empregos. A urgência, portanto, é enorme”, disse João Manuel Fernandes, presidente do Sinduscon.

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