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EUA voltam a integrar o Acordo de Paris sobre o clima para combater o aquecimento global

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EUA voltam a integrar o Acordo de Paris sobre o clima para combater o aquecimento global Getty Images | AFP
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Os Estados Unidos voltaram a integrar oficialmente o Acordo de Paris sobre o Clima, 30 dias após o presidente Joe Biden ordenar a medida em seu primeiro dia no cargo. Entre as promessas de campanha de Biden estão cortes drásticos nas emissões de gases do efeito estufa para as próximas três décadas.

Desde que quase 200 países assinaram o pacto de 2015 para evitar os efeitos da mudança climática, os EUA foram o único país a sair, após o ex-presidente Donald Trump alegar que uma ação climática seria cara demais.

O plano de Biden é zerar as emissões norte-americanas até 2050. O democrata também já assinou mais de uma dúzia de decretos relacionados à mudança climática e mobilizou todas as agências federais para que ajudem a moldar a reação do governo. Cientistas disseram que a meta é positiva, mas enfatizam que as emissões mundiais precisam cair pela metade até 2030 para se evitar os impactos mais devastadores do aquecimento global.

Segundo a agência Reuters, o enviado dos EUA para o clima, John Kerry, participará de eventos virtuais para assinar a volta dos EUA ao grupo, aparecendo ao lado dos embaixadores do Reino Unido, da Itália e do secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, e o enviado de ambição climática da ONU, Michael Bloomberg.

No cenário doméstico, no entanto, Biden deverá enfrentar resistência política para implementar as medidas, tanto da oposição de republicanos como de empresas de combustíveis fósseis.

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