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J&J pede a OMS uso emergencial para sua vacina; Ministério da Saúde determina aplicação de novas doses

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J&J pede a OMS uso emergencial para sua vacina; Ministério da Saúde determina aplicação de novas doses Shutterstock
► Novo lote de insumos para a fabricação da CoronaVac chega ao Brasil ► Pazuello promete entrega de 230 milhões de vacinas contra a Covid-19 até 31 de julho

A Johnson & Johnson afirmou nesta sexta-feira (19) que solicitou para a Organização Mundial da Saúde (OMS) que a sua vacina contra Covid-19 seja incluída na lista de uso emergencial. Isso permitiria que o acesso para a vacina de dose única seja ampliado.

O imunizante produzido pela empresa apresenta algumas vantagens em relação as demais, já que é administrado em dose única e pode ser armazenado em temperaturas de geladeiras normais.

A Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) vem analisando a vacina. Uma comissão formada por alguns especialistas da entidade está debatendo a autorização do uso emergencial do imunizante. A primeira utilização das doses já acontece na África do Sul.

No último mês, a J&J divulgou que sua vacina contra a Covid-19 registrou 66% de eficácia, de acordo com testes realizados.

Vacinação no Brasil

Nesta sexta-feira, o ministro Eduardo Pazuello (Saúde) comunicou a decisão do seu ministério de que o novo lote de 4,7 milhões de doses de vacina, que será entregue aos estados a partir da próxima terça-feira (23), será totalmente usado como primeira dose.

Segundo o ministério, das doses a serem recebidas, 2,7 milhões são do Instituto Butantan e as outras 2 milhões da AstraZeneca/Oxford, vindas da Índia.

Atualmente, os estados fazem uma reserva com metade das doses recebidas para a possível aplicação de um reforço. Mas com essa medida, mais 4,7 milhões de brasileiros já devem ser vacinados.

Os estados também vêm enfrentando problemas em relação as incertezas da chegada de mais medicamentos. Um exemplo disso é que cinco capitais do país suspenderam a vacinação, devido as doses terem acabado.

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