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Taesa fecha 4T20 com lucro de R$ 829 milhões; Ômega encerra período com ganhos de R$ 99,5 milhões

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Taesa fecha 4T20 com lucro de R$ 829 milhões; Ômega encerra período com ganhos de R$ 99,5 milhões Pexels
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Nesta quarta-feira (3), a Taesa (TAEE11) divulgou seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2020. A companhia de energia elétrica registrou lucro líquido de R$ 829 milhões, avanço de cerca de 195% na comparação com o resultado de 2019.

Segundo os dados divulgados, a empresa fechou o ano de 2020 com ganhos de R$ 2,26 bilhões. O montante foi maior que o dobro do valor obtido em 2019, que havia ficado em R$ 1,1 bilhão.

O Ebtida da empresa ficou em R$ 302 milhões no último trimestre do ano passado, crescimento de 17% na comparação com o 4T19. No período, a receita líquida da Taesa nos últimos três meses do ano acumulou R$ 1,17 bilhão, avanço de 148,5% na comparação anual.

Os custos, despesas, depreciação e amortização regulatórios cresceram 9,6% no último trimestre, ficando em R$ 143,6 milhões. No ano, a alta foi de 18,8%, chegando a R$ 517,8 milhões.

A companhia ainda divulgou que encerrou o ano com investimentos totais de R$ 1,5 bilhão, resultado maior que o dobro do valor de 2019, que ficou em R$ 718,3 milhões.

Ômega

A empresa de energia Ômega Geração (OMGE3) fechou o 4T20 com lucro líquido de R$ 99,5 milhões. Na comparação com o resultado do 4T19, o valor teve alta de 101%.

No acumulado anual, a companhia lucrou R$ 54,7 milhões em 2020, avanço de 68% em relação a 2019. A receita líquida da empresa aumentou 19%, passando de R$ 330,9 milhões no quarto período de 2019, para R$ 393,3 nos últimos três meses de 2020.

O Ebtida acelerou 66% na comparação anual. O montante ficou em R$ 353 milhões no último trimestre do ano passado.

A companhia ainda divulgou que projeta crescimento entre 121% e 152% na geração de energia e entre 101% e 132%, no lucro bruto do primeiro trimestre de 2021.

Setor mais perene

O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, destaca que as companhias que prestam serviços no setor elétrico tendem a não sofrerem tanto com os impactos durante crises econômicas. Ele explica que, numa ponta, os consumidores seguem consumindo eletricidade em suas casas, por exemplo, e, do outro lado, essas empresas têm um faturamento e uma geração de caixa mais previsíveis do que outros setores.

"Empresas de energia elétrica atuam num setor mais inelástico. Ou seja, têm menos sazonalidade. Elas têm menos dependência de um setor econômico favorável para que continuem gerando caixa. O serviço delas será consumido de maneira perene, de maneira frequente, independentemente do ciclo econômico", afirma Milane.

Podcast +Q1Minuto

Aprenda mais sobre como aproveitar o crescimento perene de empresas que atuam em setores como Saúde ou Energia Elétrica ouvindo o episódio do podcast +Q1Minuto sobre o assunto. O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, mergulha no tema e explica de forma mais ampla como os investidores podem se orientar na escolha de papéis que tornem a carteira de ativos mais resistente ao sobe e desce da bolsa de valores.

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