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Localiza aprova a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures

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 Localiza aprova a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures Divulgação/ Localiza
► O que são debêntures e como elas funcionam?► Localiza registra lucro líquido de R$ 401,8 milhões no 4t20; Fleury lucra R$ 139,5 milhões

Em fato relevante divulgado neste início de mês, a Localiza (RENT3) informou que aprovou a emissão de R$ 1 bilhão em debêntures. A 17ª emissão da empresa será em série única, com vencimento para 15/03/2031, para distribuição pública, e disponibilizará no mercado o total de 1 milhão de papéis. A quantidade inicialmente ofertada pela Localiza poderá ser acrescida de 20% ou em até 200 mil.

O conselho de administração da Localiza aprovou também a adoção de procedimento de coleta de intenções de investimento, a ser organizado pelo coordenador da oferta, com recebimento de reservas, para a verificação da demanda pelas debêntures em diferentes níveis de taxas de juros de forma a definir o percentual dos juros remuneratórios e a quantidade total de debêntures da emissão.

No fim do mês passado, a companhia divulgou que registrou lucro líquido de R$ 401,8 milhões no 4t20, crescimento de 75,9% em relação a um ano antes. A locadora atribuiu o resultado a um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) mais alto, saltando 19,5% para R$ 752,5 milhões, e a ganhos com redução na depreciação e em despesas financeiras líquidas.

Após a divulgação do balanço trimestral, a locadora de automóveis anunciou, em fato relevante, que Eugênio Mattar assumirá a cadeira de presidente do conselho de administração. Oscar Bernardes, que ocupa a posição atualmente, passará a atuar como vice-presidente da companhia. Para ocupar o cargo de diretor-presidente (CEO), a partir de 27 de abril, os acionistas da companhia escolheram o nome de Bruno Lasansky.

Na avaliação do gerente da Mesa de Produtos da VLG Investimentos, Eliakim Lemos, uma das principais vantagens em investir em debêntures é a possibilidade de acessar a dívida de grandes empresas com taxas super atrativas.

"A remuneração dessa emissão tem como taxa teto 2% acima do título público de mesmo vencimento e característica. Chamamos isso de spread de crédito. Através das emissões privadas de crédito, a empresa consegue captar recursos direto com os investidores, tornando a operação mais atrativa tanto para a companhia, que consegue taxas mais baixas do que com o banco, como para os investidores, que conseguem taxas mais altas do que as aplicações financeiras mais comuns. Alertamos apenas para o risco de crédito de cada empresa. É preciso se atentar a esses pontos e contar com a ajuda de algum profissional", explica Eliakim.

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