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Saiba a importância do seguro de vida e como escolher uma seguradora para o seu perfil

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Saiba a importância do seguro de vida e como escolher uma seguradora para o seu perfil Unsplash
► Atendimento remoto facilita contratação de produtos e serviços no setor de seguros► Qual é o desconto de IR em planos de previdência privada?

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Até o atual momento foram registradas mais de 200 mil mortes por coronavírus. Além disso, mais de 12 milhões de casos de contaminação pela doença foram registrados. Os hospitais estão lotados e a fila para a UTI aumenta a cada dia. Novas cepas do vírus surgem e não temos a capacidade de vacinar toda a população na velocidade necessária. Em um momento crítico como esse, muito se questiona a respeito da necessidade de um bom seguro de vida.

Estudo divulgado pelo Ibre/FGV em 2020 mostrou que as mortes pela Covid-19 fizeram desaparecer R$ 5,1 bilhões da renda familiar dos brasileiros. Muitas das vítimas eram a principal ou mesmo a única fonte de renda da família. Considerando esses dados, foi de R$ 204 milhões o valor total de rendimentos mensais das 91,3 mil pessoas falecidas por conta do coronavírus no Brasil, com idades entre 20 e 69 anos durante o período do estudo. Trazendo o estudo para os números atuais, essa situação se torna ainda mais grave.

Um outro levantamento, realizado pela Universidade de Oxford (Reino Unido) no final de 2019, mostra que mais da metade da população (53,9%) não tem nenhum tipo de seguro ou proteção de renda. O levantamento também destaca que apenas 8% dos entrevistados brasileiros possuem seguro de vida, mesmo com renda mensal média de R$ 5.561,90. Em outros países chega a 35%, 31% e 30%, como Hong-Kong, Malásia e EUA, respectivamente.

A maioria dos óbitos não vai gerar indenização porque a maioria das vítimas não tinha seguros. Mas, supondo que 50 mil mortos tivessem seguros de vida e que a indenização média foi de R$ 40 mil, teremos um custo extra de R$ 2 bilhões suportados pelas seguradoras. O grande problema é que o seguro de vida não faz parte do planejamento financeiro das famílias brasileiras.

“Os seguros de vida e as coberturas de morte não são ainda valorizados pela população brasileira muitas vezes pelo desconhecimento em relação aos formatos de produtos que a gente tem hoje disponíveis no mercado, que são comercializados por grandes seguradoras. Outras vezes, por uma resistência que o brasileiro tem em conversar a respeito do assunto de planejamento sucessório de questões de imprevistos relacionados às doenças e invalidez ou por não saber que aquela necessidade existe”, afirma Leticia Prata, especialista da VLG Seguros.

Livre de inventário

Seguros de vida são coberturas que ajudam a cuidar da sua situação financeira individual e a da sua família, protegendo de imprevistos. Eles podem ser utilizados em casos de doenças, caso você precise ficar afastado do trabalho, acidentes e até falecimento. No mercado, é possível encontrar seguro de vida entorno de R$ 40. Se considerarmos o salário mínimo, atualmente em R$ 1100, esse valor representa 3,6% da renda mensal. Além disso, o seguro de vida não entra em inventário, sendo rapidamente disponibilizado para a família, e a indenização é livre de qualquer imposto.

O pagamento em caso de morte por pandemias e epidemias não fazia parte do pacote que as seguradoras ofereciam. A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) impulsionou uma campanha no ano passado, e, no dia 20 de maio de 2020, o Senado Federal aprovou o projeto que impede as seguradoras de não realizar o pagamento para vítimas do coronavírus. Além disso, as empresas aprimoraram alguns produtos, passaram a negociar os prazos de pagamento e a oferecer desconto e outras opções de atendimento.

“Para os clientes que procuram esse tipo de cobertura as principais preocupações são em relação a garantias do padrão de vida familiar numa eventual situação de morte de um provedor financeiro, a preocupação com o planejamento sucessório, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, e como é feita a transferência de patrimônio e sucessão de empresas", continua Prata.

Alguns termos são importantes para entender melhor esse serviço:

  • Prêmio: é mensalidade ou valor pago à seguradora para que ela assuma um risco. O prêmio é calculado com base na possibilidade de um sinistro ocorrer dentro da vigência do contrato. Quanto maior o risco, maior o prêmio.
  • Sinistro: evento ou dano previsto no contrato.
  • Franquia: corresponde à parte que o segurado precisará pagar em caso de algum prejuízo. Ele geralmente não é cobrado em relação ao seguro de vida, porém poderá ser cobrado em casos de acidentes pessoais.
  • Carência: período pelo qual a seguradora não se responsabiliza a pagar nenhuma indenização.
  • Cobertura: tipo de risco ao qual a seguradora se compromete a dar suporte.
  • Apólice: documento que declara as coberturas e condições do seguro.
  • Vigência: período de validade das garantias do contrato.

Embora a cobertura por morte acidental ou natural seja a proteção básica obrigatória de qualquer plano, o seguro pode amparar os clientes em outras situações.

As coberturas mais praticadas são:

  • Despesas Médicas, Hospitalares e Odontológicas (DMHO);
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Doenças Graves (DG);
  • Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD);
  • Invalidez Laborativa Permanente Total por Doença (ILPD);
  • Invalidez Permanente por Acidente Majorada (IPAM);
  • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente (IPA);
  • Invalidez permanente total por acidente (IPTA);
  • Morte;
  • Morte por acidente.

É essencial escolher uma companhia de confiança, consolidada e que ofereça coberturas adequadas às necessidades do perfil do cliente. No geral, as seguradoras impõem um limite de até 65 anos para contratar um plano. Para os menores de 14 anos, algumas instituições não oferecem planos. Algumas profissões, como policial e motorista, que possuem maior risco de vida, são geralmente recusadas ou possuem valor da apólice menor.

Ao escolher o plano dentro os oferecidos, é importante calcular a indenização ideal para segurar a família. Além disso, é essencial ter um corretor de confiança, que dê assistência e auxilie nas cotações para que o cliente possa analisar as vantagens e desvantagens de cada opção.

“O que diferencia uma seguradora para outra, além do portfólio de produtos, é a forma de atuação e a vigência dos produtos. Por isso é importante entrar em contato com um especialista que traga o planejamento ideal para a necessidade individual”, conclui a especialista da VLG Seguros.

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