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Bolsas europeias e asiáticas operam em queda em meio ao avanço da pandemia

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Bolsas europeias e asiáticas operam em queda em meio ao avanço da pandemia Freepik
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Nesta quarta-feira (24), a sessão novamente é de queda em relação aos principais índices mundiais, em meio ao avanço da pandemia em diversos países. Nesse Contexto, França e Alemanha estendem suas políticas de lockdown. Nos EUA, há a expectativa de mais falas de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, e de Janet Yellen, secretária do Tesouro. Ontem (23), a declaração de Yellen sobre o aumento de impostos afetou o humor de investidores, enquanto os índices futuros apresentam leves ganhos. No Brasil, há a repercussão do pronunciamento do Presidente Jair Bolsonaro que aconteceu ontem pela noite, em que ele afirmou que 2021 será o ano da vacinação para os brasileiros.

Em relação às bolsas mundiais, nos EUA os índices futuros Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 indicam altas de 0,25%, 0,74% e 0,33%, respectivamente. Na Europa, o índice Stoxx 600 futuro indica queda de 0,24% em meio ao aumento do número de casos de Covid no mundo. Na semana passada, a alta mundial no número de infectados foi de 8%, na Europa, foi de 12% e no sudeste asiático, de 49%. Esse contexto negativo da Europa segue o que ocorreu na Ásia, cujas bolsas fecharam em sua maioria em baixas. As maiores perdas foram nos índices Hang Seng, de Hong Kong, que recuou 2,03%, e o índice Nikkei 225, do Japão, caiu 2,04%.

Em relação às commodities, o petróleo Brent é negociado com alta de 2,15%, cotado a US$ 62,06 o barril. Os contratos futuros de minério de ferro negociados na bolsa de Dalian (China) fecharam em alta de 2,8%, cotados a US$ 161,43 a tonelada.

O destaque no cenário corporativo fica com o anúncio da aquisição da totalidade de ações do grupo BIG pelo Carrefour Brasil pelo montante de R$ 7,5 bilhões. A combinação criará um grupo com vendas brutas de aproximadamente R$ 100 bilhões e cerca de 137 mil funcionários.

Além disso, a agência de classificação de risco Fitch anunciou na terça-feira (23) a revisão do rating de Suzano de negativa para estável, devido à forte geração de fluxo de caixa operacional com a recuperação nos preços da celulose. A nota da Fitch para a Suzano foi mantida em “BBB”. Por fim, esta quarta-feira marca uma nova tentativa de Assembleia Geral Extraordinária para a incorporação da Smiles pela Gol.

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