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SLC fecha acordo para incorporação dos papéis da Terra Santa pelo valor de R$ 753 milhões

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SLC fecha acordo para incorporação dos papéis da Terra Santa pelo valor de R$ 753 milhões Divulgação / SLC
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Nesta sexta-feira (26), a SLC Agrícola (SLCE3) divulgou a conclusão do acordo para incorporar as ações da concorrente Terra Santa Agro (TESA3). Segundo as companhias, a negociação deve movimentar em torno de R$ 753 milhões.

O acordo entre as empresas vai possibilitar maior geração de valor para as duas organizações e deverá fazer com que estrutura de capital da Terra Santa melhore. Além disso, é esperado que a negociação permita aumento da produção e redução de custos em fazendas no estado do Mato Grosso, maior produtor de grãos e oleaginosas do Brasil.

Segundo a SLC, a previsão é que com este acordo, a empresa incremente em aproximadamente 130 mil hectares sua área de plantio. Na safra 2020/2021, a área de plantio da companhia foi estimada em 468,2 mil hectares, registrando aumento de 4,4% em comparação com a última safra.

Em relação ao acordo, o valor total atribuído à operação agrícola da Terra Santa é de R$ 550 milhões e somado a esse valor foi acrescido o montante de R$ 203 milhões, referentes a ativos da empresa.

A negociação ainda vai causar uma redução de capital da Terra Santa, devido a entrega das ações da TS Agro aos seus acionistas, que será realizada de acordo com a finalização do negócio.

Ainda de acordo com o documento oficial, para a realização da incorporação, é necessário que seja obtido junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o registro de companhia aberta da TS Agro na categoria A de emissores e ser listada no segmento do Novo Mercado da B3.

PIB do Agronegócio

O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, aponta que o agronegócio segue em franca expansão com um PIB gerado pelo setor em constante crescimento a cada ano.

"Temos no Brasil condições muito favoráveis em relação a outros produtores de commodities agrícolas: como o clima, qualidade da terra, preço da mão de obra, um câmbio depreciado favorecendo a exportação. Essa combinação de fatores leva o agronegócio a ser o melhor setor da economia brasileira e deve continuar sendo por mais tempo", explica Milane.

Outro ponto destacado pelo economista da VLG Investimentos é que não é preciso, necessariamente, ser um produtor rural para lucrar com o agronegócio. Além das possibilidades de investimentos em renda variável através de ações ou derivativos, por exemplo, também é possível aplicar, inclusive, em ativos de renda fixa que são atrelados a produção do setor rural.

"Através das LCAs e dos CRAs, que são bem mais conservadores, também é possível ganhar dinheiro do setor do agronegócio e aproveitar esse bom momento. Afinal de contas, se está num bom momento, ele [o emissor do papel] vai ter dinheiro para pagar os juros. E se o setor vai muito bem, provavelmente, não vai quebrar. No caso das LCAs, inclusive, contam com a proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito)", afirma Milane.

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