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Bolsas operam em alta reagindo a reunião de política monetária do Fed

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Bolsas operam em alta reagindo a reunião de política monetária do Fed Unplash
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Nesta quinta-feira (8), a sessão é de alta para os principais índices mundiais, após uma quarta-feira de volatilidade, repercutindo a ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed). Por aqui, o debate sobre o Orçamento ainda é o destaque, além da repercussão do jantar do Presidente Jair Bolsonaro, ministro Paulo Guedes (Economia) e presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto com empresários. Guedes afirmou que a síntese do encontro foi, de um lado, vacinação em massa, e de outro, o avanço nas reformas estruturais.

Sobre os mercados mundiais, nos EUA o índice futuro Dow Jones indica queda de 0,05%, enquanto os índices futuros S&P 500 e Nasdaq indicam alta de 0,29% e 0,88%, respectivamente. Os investidores reagiram positivamente à divulgação das minutas das reuniões do Fomc, que indicaram que autoridade pretendem manter o ritmo de compra de ativos por algum tempo. O Federal Reserve afirma que pretende trabalhar para manter preços estáveis e empregabilidade máxima no país.

As bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em altas na quinta-feira, acompanhando o movimento positivo de índices americanos na véspera. O índice Hang Seng Index, de Hong Kong, liderou a alta, fechando com ganhos de 1,16%. As bolsas da China Continental também tiveram altas. Na Europa, o índice Stoxx 600 futuro indica alta de 0,32%, com destaque para o setor de recursos básicos, que sobe 1,2%.

Sobre as commodities, o petróleo Brent é negociado com queda 0,43%, a US$ 62,89 o barril. Os contratos futuros de minério de ferro negociados na bolsa de Dalian (China) fecharam em queda de 0,56%, cotados a US$ 149,97 a tonelada.

Cenário Corporativo

O Banco Central aprovou o aumento de capital de R$ 4 bilhões do Bradesco para R$ 83,1 bilhões. Esse aumento de capital envolverá a bonificação de 10% em ações.

Além disso, a agência de classificação de risco de crédito Moody’s elevou o rating da JBS de Ba2 para Ba1, com perspectiva estável. Segundo a agência, a decisão reflete o forte desempenho operacional contínuo da empresa.

Um outro destaque é que a Odebrecht inicia conversas com potenciais compradores da Braskem. No primeiro momento o contato será feito com uma gama ampla de potenciais interessados.

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