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Reserva para oferta de ações do Hospital Mater Dei e da Viveo (ex-Mafra) terminam amanhã (13)

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Reserva para oferta de ações do Hospital Mater Dei e da Viveo (ex-Mafra) terminam amanhã (13) Pedro Vilela | Agencia i7
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O período de reserva para pequenos investidores comprarem ações do Hospital Mater Dei (MATD3) antes da estreia na bolsa, na próxima sexta-feira (16), termina nesta terça-feira (13). Com sede em Belo Horizonte, fundada em 1973, a empresa atua na área de serviços hospitalares e oncológicos e tem 18% de participação de mercado dos leitos privados da capital mineira.

Em documento apresentado à CVM, o grupo hospitalar afirma que possui um modelo de negócios:

"Resiliente às situações macroeconômicas e, apesar das diversas dificuldades enfrentadas pela economia brasileira nos últimos anos, conseguiu expandir suas operações mantendo as margens Ebitda e líquidas atrativas".

Considerando o meio da faixa indicativa, de R$ 24,00 por papel, a venda de 80.694.056 ações na oferta base, a operação de IPO (Oferta Inicial de Ações) pode movimentar R$ 1,937 bilhão.

No ano passado, o grupo atingiu lucro líquido de R$ 72,6 milhões - queda de 47,4% frente ao resultado do ano anterior, quando foi de R$ 138,1 milhões. A receita de serviços hospitalares foi de R$ 717,8 milhões, recuo de 2% na comparação anual (R$ 732,6 milhões). O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 155,3 milhões ante R$ 257,8 milhões em 2019, uma queda de 39,5%.

CM Hospitalar

Amanhã (13) termina o período de reserva para pequenos investidores comprarem ações da Viveo (ex-Mafra), da CM Hospitalar, antes do lançamento na bolsa de valores brasileira, prevista para a próxima sexta-feira (16). O ticker a ser negociado na B3 será VVEO3.

De acordo com a empresa, o calendário da oferta foi alterado em função de mudanças no prospecto da oferta na "seção sobre fatores de risco". A Viveo atua na distribuição de materiais médicos, hospitalares e medicamentos.

Segundo comunicado dos coordenadores da operação divulgado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o IPO da distribuidora de produtos da área da saúde pode movimentar cerca de R$ 2 bilhões. A previsão considera a venda integral do lote mínimo da oferta e que cada ação seja vendida pelo preço de R$ 22,87, no centro da faixa definida pelos coordenadores, que vai de R$ 19,92 a R$ 25,81 por ativo.

Viveo

Atualmente controlado juntamente com a família Bueno (fundadora do grupo Amil), a empresa foi criada em 1996 pela família Mafra. A Viveo, cujo nome oficial é CM Hospitalar, surgiu com foco em exportação e importação de medicamentos.

A partir de 2017, ampliou o seu crescimento através de aquisições, incluindo o grupo de higiene pessoal Flexicotton, além de empresas como Biogenetix, Vitalab, Byogene, de produtos hospitalares; e também uma fatia da Far.Me, companhia de farmacoterapia. A fila de aquisições incluiu ainda a fabricante de fraldas e descartáveis Cremer e a de vacinas Tecnocold.

Em 2020, a Viveo registrou uma receita líquida de R$ 4,4 bilhões - alta de 47% sobre 2019. O Ebitda cresceu 139% - alcançando R$ 279 milhões. A geração de caixa chegou a R$ 106 milhões.

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