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Primeiro ETF internacional de empresas de tecnologia começa a ser negociado na B3

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Primeiro ETF internacional de empresas de tecnologia começa a ser negociado na B3 Freepik
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Nesta quarta-feira (28), a B3 começou a negociar o oitavo ETF Internacional listado na bolsa brasileira e primeiro atrelado a um índice de tecnologia. Na prática, através do ticker de negociação TECK11, os investidores já podem comprar ou vender cotas do fundo que replica todos os ativos da carteira teórica do NYSE FANG+™, que possui em sua composição empresas como: Facebook, Apple, Amazon, Netflix, Google, Alibaba, Baidu, NVIDIA, Tesla e Twitter.

Na opinião de Rogério Santana, diretor de Relacionamento com Clientes da B3, os ETFs oferecem diversas vantagens aos investidores, incluindo liquidez, uma vez que podem ser negociados em bolsa de forma similar a uma ação.

"Além disso, a diversificação que o produto promove deve ser levada em consideração. Os ETFs possibilitam que o investidor compre, com apenas uma transação, uma carteira variada de ativos. A transparência também é um diferencial já que possui divulgação diária da composição da carteira do índice e formação de preço em bolsa", explica Santana.

Com exposição dolarizada, o TECK11 tem uma taxa de administração de 0,25% ao ano. Como na maioria dos fundos de índice (exceção parte dos ETFs de fundos imobiliários), a alíquota de Imposto de Renda é de 15% sobre o lucro nas negociações, independente do período aplicado.

A B3 conta, atualmente, com uma lista de 25 ETFs de renda variável disponíveis e sete focados em renda fixa.

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Mais investidores

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alterou, no ano passado, as regras para negociações dos BDRs, dando acesso a qualquer investidor brasileiro a recibos que replicam ações, fundos de índice (ETFs) e títulos de dívida no exterior, por exemplo.

O Sócio e Economista da VLG Investimentos, Leonardo Milane, aponta como algumas das vantagens a possibilidade de diversificação do portfólio com ativos atrelados ao dólar e a facilidade de investir sem ter que enviar dinheiro para o exterior.

"Brasileiros que fazem aplicações em BDRs têm os mesmos direitos de recebimentos que os acionistas nos EUA: dividendos e bonificações de ações. Esses dois proventos são exatamente iguais ao que teriam se tivessem comprado diretamente ações lá fora. A pessoa tem os mesmos direitos se abrir uma conta numa corretora americana e comprar ações da Apple, por exemplo, ou decidir comprar BDRs da Apple por aqui no Brasil", explica Milane.

A ampliação do acesso a novos ETFs na bolsa brasileira e as negociações recordes foram o tema central de um episódio do podcast +Q1Minuto, que pode ser ouvido diretamente abaixo:

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