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Lucro líquido da Pague Menos alcança R$ 44,2 mi no 1T21; aumento de 380% comparado ao 1T20

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Lucro líquido da Pague Menos alcança R$ 44,2 mi no 1T21; aumento de 380% comparado ao 1T20 Divulgação | Pague Menos
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Em documento enviado ao mercado na noite desta segunda-feira (3), a Pague Menos (PGMN3) divulgou que o seu lucro disparou 380% no 1T21 comparado ao mesmo período de 2020, chegando a R$ 44,2 milhões. Segundo a rede de farmácias, o resultado é "muito bom para um início de ano, que tipicamente conta com menor volume de vendas e margens".

A receita bruta ficou em R$ 1,9 bilhão, uma elevação de 8,3%. E o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 159 milhões - salto de 27,1%. A margem Ebitda cresceu 1,2 ponto percentual, subindo para 159%.

"A venda média mensal por loja seguiu a tendência de crescimento observada nos trimestres anteriores e totalizou R$ 578 mil, crescimento de 10,6%. O nível de crescimento é alto sobretudo considerando que a base de comparação do 1T20 foi impactada pela antecipação de compras relacionada ao desdobramento da pandemia de Covid-19 em março de 2020", destacou a companhia em sua divulgação de resultados.

Dados Pague Menos 1T21.JPG

De acordo com a empresa, o forte ritmo de crescimento foi um resultado de uma soma de fatores como:

  • redução de 30% na ruptura de estoques;
  • incremento no sortimento de itens vendidos em 5,5%;
  • aumento do NPS de clientes em 6 p.p., atingindo 73 pontos;
  • incremento de 3,4 p.p. na participação dos canais digitais, para 6,1% da venda total;
  • crescimento na adesão dos clientes ao Clinic Farma para 6,2% da base total de clientes, impulsionado pelas aplicações de testes de Covid-19;
  • incremento de 8p.p. na participação nas vendas do canal de convênios e parcerias, atingindo 15,8% da venda total;
  • crescimento de vendas de itens marcas próprias, atingindo 6,1% da venda total da companhia, incremento de 0,6 p.p.

Ao final do 1T21, a dívida bruta do grupo totalizou R$ 829,3 milhões - queda de 5,0% em relação à posição do 4T20 e 8,3% menor que a posição do 1T20. Além da redução no endividamento, a empresa destacou que segue "a otimizar as linhas de financiamento, com redução do custo médio da dívida e alongamento de prazos, que refletiu diretamente em economia de despesas financeiras nos últimos trimestres".

A Pague Menos informou ainda ter registrado, nos primeiros três meses do ano, um fluxo de caixa livre negativo em R$ 78,4 milhões. Segundo a rede de lojas, a variação é explicada pelo aumento do ciclo de caixa, pontualmente impactado pelo investimento realizado em estoques para captura de oportunidades de margem com o reajuste de medicamentos, além da não realização de antecipação de recebíveis.

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