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Cesta básica ficou mais cara em 10 capitais no primeiro semestre do ano

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Cesta básica ficou mais cara em 10 capitais no primeiro semestre do ano Nivia Uchoa
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A cesta básica ficou mais cara para os brasileiros em dez capitais no primeiro semestre deste ano. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Curitiba foi a capital onde houve a maior alta acumula, de 14,47%. Em seguida, Natal acumulou alta de 9,03%. Também foram registrados aumentos em Florianópolis, Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Belém, João Pessoa, Recife e Aracaju.

Considerando apenas o mês de junho, o custo da cesta básica caiu em nove das 17 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimento do Dieese. As maiores quedas aconteceram em Goiânia (-2,23%), São Paulo (-1,51%), Belo Horizonte (-1,49%) e Campo Grande (-1,43%). Entre os locais que registraram alta no mês de junho, o topo da lista ficou com Fortaleza (1,77%), Curitiba (1,59%) e Florianópolis (1,42%).

Em junho, a cesta básica mais cara do país era a de Florianópolis, onde o custo médio dos produtos que compõem a cesta chegavam a R$ 645,38. Considerando esse valor, o Dieese aponta que o salário mínimo deveria ser equivalente a R$ 5.421,84, que corresponde a 4,93 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00.

Cálculo da cesta básica

Os itens básicos que compõem a cesta são definidos pelo Decreto Lei nº399 que determina que esta seja composta por 13 alimentos em quantidades suficientes para garantir, durante um mês, o sustento e bem-estar de um trabalhador em idade adulta. Esta seleção procura fazer a distinção entre regiões e hábitos alimentares locais.

Quer saber como o Dieese calcula o valor da cesta básica? Clique aqui e saiba mais.

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