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Eneva registra crescimento de 38% no lucro líquido no 2T21; Engie Brasil tem lucro 58% menor em relação a 2020

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Eneva registra crescimento de 38% no lucro líquido no 2T21; Engie Brasil tem lucro 58% menor em relação a 2020 Divulgação | Eneva
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A Eneva (ENEV3) registrou lucro líquido de R$ 118,1 milhões no segundo trimestre do ano, um aumento de 37,7% em relação ao registrado no mesmo período de 2020.

Na divulgação dos resultados realizada nesta quinta-feira (05), a Companhia ressaltou o avanço de 35% no Ebitda ajustado, que ficou em R$ 377,5 milhões, "alavancado pelo resultado do segmento de Upstream devido ao aumento significativo do despacho e incremento de margens variáveis das usinas".

Como ponto de atenção, a Eneva destaca o cenário hidrológico desfavorável do primeiro semestre do ano que prejudicou a formação da Energia Natural Afluente (ENA).

"O primeiro semestre de 2021 foi marcado por volumes de chuvas abaixo da média em um período que costuma ser úmido, prejudicando ainda mais o sistema. A ENA registrou a pior sequência histórica desde 1931 entre setembro de 2020 e junho de 2021", aponta a Companhia.

Engie Brasil

Outra produtora de energia elétrica, a Engie Brasil (EGIE3), também divulgou seus resultados nesta quinta e informou que seu lucro líquido no segundo trimestre foi de R$ 319 milhões, número que representa queda de 58,4% em relação ao mesmo período de 2020. A receita operacional líquida da Companhia atingiu R$ 3,1 bilhões no 2T21, avanço de 16,6% ante o 2T20.

Apesar do resultado negativo no lucro, a Engie destaca que a previsão de investimentos permanece a mesma.

"Nossa posição de caixa continua confortável, na ordem de R$ 5,1 bilhões e a relação dívida líquida/Ebitda, em 1,9x. Mantemos a previsão de investimentos de R$ 3,7 bilhões para o ano de 2021", informa a Companhia.

O Ebitda registrado entre abril e junho foi de R$ 1,3 bilhão, queda de 4,4% quando comparado ao 2T20. Desconsiderando efeitos não recorrentes de impairment no 2T21 e ganho de ação judicial e créditos extemporâneos no 2T20, a variação do Ebitda passaria de um efeito negativo de R$ 63 milhões para positivo em R$ 252 milhões – crescimento de 19,7%.

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