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Bancos fecham 1.647 agências e demitem 15 mil em 2021; Total de agentes autônomos cresce 51% em um ano

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Bancos fecham 1.647 agências e demitem 15 mil em 2021; Total de agentes autônomos cresce 51% em um ano Pexels
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Ao mesmo tempo que multiplicam-se os investidores pessoas físicas no mercado financeiro brasileiro, também cresce o número de agentes autônomos de investimentos no país. O grupo de profissionais responsáveis por captar e auxiliar clientes segue aumentando, de acordo com dados da Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras (Ancord). Levantamento da entidade mostra que o nosso país contava com 12.242 agentes autônomos em junho, 51% a mais em relação ao mesmo período do ano de 2020 (8.107).

Do outro lado, na tentativa de adequação a um mercado cada vez mais competitivo e com a ampliação do atendimento digital, os quatro principais bancos nacionais aumentaram o quadro de demissões. Em 2021, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú e Santander fecharam 1.647 agências físicas e despediram mais de 15 mil funcionários, de acordo com o balanço do segundo trimestre divulgado pelas instituições financeiras.

Na avaliação da Associação Brasileira de Agentes Autônomos de Investimentos (Abaai) a migração de profissionais de bancos para as assessorias de investimento, como gerentes bancários, reflete o potencial de remuneração do mercado de agentes autônomos e a tendência de fechamento de agências bancárias. No ano de 2020, os bancos já haviam acabado com cerca de 13 mil postos de trabalho e também fecharam mais de 1.300 agências, segundo levantamento do Dieese.

O crescimento da profissão de assessor de investimentos no Brasil segue rendendo frutos. Segundo uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre julho de 2019 e julho de 2020, 46% das pessoas que investiam por meio de bancos tradicionais migraram para plataformas de investimento.

"O assessor de investimentos consegue ajudar numa orientação a respeito de diversos tipos de produtos e não somente no curto prazo, como algumas pessoas pensam. O trabalho mais importante acaba sendo na construção do planejamento e realização de objetivos a médio e longo prazo também", destaca o Diretor de Expansão da VLG Investimentos, Daniel Meira.

Quase 4 milhões de PFs na B3

Segundo dados da B3, divulgados na segunda quinzena de julho, o número de pessoas físicas na bolsa de valores brasileira (B3) está próximo da marca de 4 milhões pela primeira vez. Nos últimos anos, esse crescimento tem sido contínuo e tem registrado o maior aumento da história da bolsa brasileira. O número contas de pessoas físicas saltou 125% entre 2019 e junho de 2021.

Quanto à posição total aplicada por esses investidores PFs, o montante registrado segue crescendo e atingiu R$ 538,9 bilhões investidos em junho deste ano. Quando comparado esse valor com a posição no final do ano de 2020 (R$ 452,6 bilhões), houve um aumento de +18,8%.

"Neste contexto de crescimento, o cliente sente a falta de uma boa assessoria. Em algumas instituições, muitas vezes ele fica dentro de um bolo e que tem um atendimento esporádico, superficial, com apenas uma recomendação institucional e não individualizada. Portanto, nós temos a oportunidade de prestar um atendimento diferenciado para cada seguimento de investidores", finaliza Marcelo Teixeira, Head Comercial e sócio da VLG Investimentos.

Acesse a página da VLG Investimentos e tenha a sua experiência de atendimento personalizado.

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