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IPC-S sobe 0,91% na primeira quadrissemana de setembro

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IPC-S sobe 0,91% na primeira quadrissemana de setembro Energepic/Pexels
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O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) teve alta de 0,91% na primeira quadrissemana de setembro, após 0,71% no fechamento de agosto. O indicador acumula alta de 9,04% em 12 meses, maior do que o avanço de 8,95% no período até agosto. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (08) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Das oito categorias de despesas que compõem o indicador, seis aceleraram da última quadrissemana do mês passado para a primeira de setembro, com destaque para habitação, que subiu de 0,59% para 1,13%.

A tarifa de eletricidade residencial foi o item com maior influência no grupo, cuja taxa passou de 0,93% para 2,15%. Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: educação, leitura e recreação (1,03% para 1,42%), transportes (0,69% para 0,89%), despesas diversas (0,18% para 0,33%), comunicação (0,05% para 0,11%) e saúde e cuidados pessoais (0,49% para 0,50%).

Já Alimentação repetiu a taxa de 1,25% observada no mês passado, com influência de alta de frutas (2,37% para 3,47%) e de baixa de hortaliças e legumes (4,25% para 3,30%).

Por outro lado, o grupo de vestuário apresentou recuo em sua taxa de variação (0,38% para 0,20%), foi o único grupo a esfriar em comparação ao fechamento do mês passado, puxado por calçados infantis (-0,06% para -0,63).

Influências individuais

Os itens que mais exerceram pressão de alta no IPC-S da primeira quadrissemana de setembro foram: passagem aérea (7,25% para 10,76%), gasolina (1,14% para 1,68%) e tarifa de eletricidade residencial (0,93% para 2,15%). A Taxa de água e esgoto residencial (1,95% para 4,68%) e frango em pedaços (5,48% para 5,50%) também estão na lista.

Em contrapartida, os itens que tiveram recuo foram: cebola (-9,94% para -6,02%), arroz (-1,88% para -1,20%) e manga (-5,45% para -5,78%), seguidos de alho (-3,15% para -4,19%) e chã de dentro ou coxão mole (-0,65% para -1,02%).

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