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Boeing prevê recuperação do mercado de aviação comercial de US$ 9 trilhões na próxima década

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Boeing prevê recuperação do mercado de aviação comercial de US$ 9 trilhões na próxima década Divulgação | Boeing
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Nesta terça-feira (14), a Boeing (BOEI34) anunciou que o mercado de aviação comercial deve sofrer uma recuperação completa até 2024, após a grande crise derivada pela Covid-19.

Segundo a empresa americana, é previsto um volume de mercado de US$ 9 trilhões para a próxima década, elevando a estimativa anterior de US$ 8,5 trilhões.

"Perdemos quase dois anos de crescimento, mas projetamos uma recuperação aos níveis pré-vírus no fim de 2023 ou começo de 2024", disse Marc Allen, diretor de estratégia da Boeing.

Em comparação ao relatório anterior emitido pela Boeing, a corporação norte-americana aponta um aumento das ordens de compra e de serviços de aviação na próxima década. No entanto, para a empresa, os setores de defesa e espaço continuarão com a mesma demanda da previsão anterior.

Ainda de acordo com a pesquisa conduzida pela corporação, a Boeing afirma que a perspectiva de crescimento para 20 anos permanece intacta, com uma taxa de 4% ao ano, superando os 2,7% de crescimento econômico global estimado para o período.

Segundo a Boeing, os voos domésticos estão se recuperando de maneira mais rápida do que os internacionais. Cerca de 84% das viagens domésticas tiveram os mesmos retornos do que aos níveis da pré-pandemia, contra apenas 25% das viagens internacionais.

Setor de turismo

Como o Mercado1Minuto apontou aqui, em uma pesquisa realizada no primeiro trimestre do ano pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostrou que o setor de turismo ainda continua sendo um dos mais afetados pela pandemia no momento.

No entanto, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada em agosto deste ano, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que em junho de 2021, o índice de atividades turísticas subiu 11,9%. Essa foi a segunda taxa positiva no ano, representando um reaquecimento do setor.

Segundo o IBGE, o avanço foi impulsionado pelo aumento na receita de empresas que atuam nos segmentos de transporte aéreo de passageiros (21,2%) e de alojamento e alimentação (8,5%), que inclui restaurantes e hotéis.

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