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Shell vai investir R$ 3 bi até 2025 no Brasil em projetos integrados de energia renovável

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Shell vai investir R$ 3 bi até 2025 no Brasil em projetos integrados de energia renovável Divulgação/Shell
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A Shell (RDSA34) planeja investir R$ 3 bilhões em projetos integrados de energia renovável até 2025 no Brasil. A estratégia da petroleira é ampliar os projetos de energia solar, eólica em alto-mar e termelétricas movidas a gás natural.

A companhia anunciou hoje (20) o lançamento da marca Shell Energy no Brasil, segmento da empresa voltado à descarbonização, energia limpa e produtos ambientais.

Segundo a gerente de desenvolvimento de renováveis da América Latina, Gabriela Oliveira, hoje, a empresa tem cerca de 2 GW (gigawatt) de projetos solares em desenvolvimento e estima atingir aproximadamente 5 GW até o fim de 2021.

Para a Shell, o Brasil é um dos mercados prioritários no mundo, ao lado dos Estados Unidos, Austrália e Europa Ocidental.

“O Brasil tem uma abundante oferta de gás e recursos renováveis competitivos, além da perspectiva da abertura do mercado de energia, com a Nova Lei do Gás e o crescimento exponencial do mercado livre de energia elétrica”, explicou Guilherme Perdigão, diretor de Novas Energias da Shell Brasil e Shell Energy.

Guilherme Perdigão destaca ainda que existe uma alta do consumo de energia elétrica no Brasil com uma perspectiva de avanço de 5% por ano. Dos R$ 3 bilhões de investimentos previstos até 2025, grande parte será em projetos solares e usinas termelétricas movidas a gás.

Além disso, estarão no foco dos aportes da companhia nos próximos anos o desenvolvimento da térmica a gás Marlim Azul, em Macaé, no Rio de Janeiro, possíveis novos projetos de geração a gás e a expansão de sua capilaridade comercial.

A gerente de vendas e originação de gás, Carolina Bunting afirma que a companhia também pretende ampliar as operações de GNL (gás liquefeito, em estado líquido) no Brasil. Para os projetos solares, a expectativa é ampliar em 35% a capacidade de geração solar, com base nos projetos que já estão em desenvolvimento.

Com os novos planos, a petroleira pretende ampliar a atuação na área de comercialização de energia elétrica. O principal objetivo é dobrar o volume até 2030.

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