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Volume de serviços cresce 0,5% em agosto e alcança maior patamar desde novembro de 2015

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Volume de serviços cresce 0,5% em agosto e alcança maior patamar desde novembro de 2015 Rovena Rosa/Agência Brasil
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De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o volume de serviços no Brasil subiu 0,5% em agosto na comparação com o mês de julho.

Essa é a quinta taxa positiva seguida, acumulando alta de 6,5%. Dessa forma, o setor de serviços se encontra 4,6% acima de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e alcança o patamar mais elevado desde novembro de 2015.

Em comparação com agosto de 2020, o indicador alcançou a sexta taxa positiva consecutiva e cresceu 16,7%. No acumulado do ano até agosto, o volume de serviços avançou 11,5% frente a igual período de 2020. Já o acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de 2,9% em julho para 5,1% em agosto, manteve a trajetória ascendente iniciada em fevereiro deste ano (-8,6%) e alcançou a taxa mais intensa da série histórica, iniciada em dezembro de 2012.

Atividades

O avanço de 0,5% do volume se serviços teve influência de quatro das cinco atividades pesquisadas, com destaque para informação e comunicação (1,2%), transportes (1,1%) e serviços prestados às famílias (4,1%). A expansão dos dois primeiros ocorreu após ambos terem registrado ligeiras variações negativas em julho. Já a última atividade acumulou um crescimento de 50,5% no período abril-agosto. Com menor impacto no índice global, os outros serviços (1,5%) eliminaram o pequeno decréscimo do mês anterior (-0,2%).

Por outro lado, o único resultado negativo foi o de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,4%), devolvendo parte do ganho de 4,1% alcançado entre maio e julho.

Serviços cresceram em 16 unidades da federação em agosto

No mês de agosto 16 das 27 unidades da federação pesquisadas registraram taxas positivas, na série com ajuste sazonal. O impacto positivo mais importante veio de São Paulo (0,5%), seguido por Rio Grande do Sul (4,2%), Paraná (1,0%) e Bahia (1,7%). Por outro lado, as principais retrações foram no Mato Grosso (-3,6%), Distrito Federal (-2,0%) e Rio de Janeiro (-0,4%).

Em comparação com o mesmo período de 2020, o avanço do volume de serviços no Brasil (16,7%) foi acompanhado por todas as 27 unidades da federação. A principal contribuição positiva ficou com São Paulo (17,7%), seguido por Minas Gerais (19,7%), Rio Grande do Sul (26,8%), Rio de Janeiro (8,2%), Paraná (16,1%) e Bahia (26,8%).

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