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Gasolina tem alta de 2,25% nas bombas e chega a R$ 7,999 o litro no Sul, diz ANP

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Gasolina tem alta de 2,25% nas bombas e chega a R$ 7,999 o litro no Sul, diz ANP Joá Souza/Futura Press
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O preço da gasolina subiu novamente nos postos brasileiros, e de acordo com a pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o maior valor encontrado foi de R$ 7,999 por litro, em Bagé, no Rio Grande do Sul.

Após a quinta semana consecutiva de aumentos, o combustível foi vendido a R$ 6,710 por litro na média nacional, alta de 2,5%, com o reajuste de 7%, informado pela Petrobras (PETR3;PETR4) no fim de outubro. Desde que a ANP começou a compilar os preços dos combustíveis no Brasil, em 2002, esse foi o maior recorde.

Em 20 estados do país é possível encontrar o litro da gasolina acima de R$ 7:

  • Acre (R$ 7,600);
  • Alagoas (R$ 7,198);
  • Amazonas (R$ 7,350);
  • Bahia (R$ 7,299);
  • Ceará (R$ 7,190);
  • Distrito Federal (R$ 7,499);
  • Espírito Santo (R$ 7,090);
  • Goiás (R$ 7,399);
  • Mato Grosso (R$ 7,230);
  • Minas Gerais (R$ 7,599);
  • Pará (R$ 7,250);
  • Paraná (R$ 7,300);
  • Pernambuco (R$ 7,439);
  • Piauí (R$ 7,299);
  • Rio de Janeiro (R$ 7,749);
  • Rio Grande do Norte (R$ 7,299);
  • Rio Grande do Sul (R$ 7,999);
  • Rondônia (R$ 7,030);
  • São Paulo (R$ 7,399);
  • Tocantins (R$ 7,129).

O preço do diesel também foi afetado com o reajuste, chegando a R$ 5,339 por litro na média nacional, com alta de 2,45% nos postos em relação ao praticado na semana anterior. Em Cruzeiro do Sul (AC) o produto já é encontrado por R$ 6,700 por litro.

Já o litro do etanol teve um aumento de 4,5% na semana, custando R$ 5,294. O preço máximo foi de R$ 7,899 o litro, também em Bagé, no Rio Grande do Sul. Segundo a ANP, o preço do botijão de gás permaneceu estável na semana passada, quando ficou em uma média de R$ 102,48.

Novas regras de comercialização

Na última quinta-feira (04), a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis mudou algumas regras de comercialização de combustíveis no Brasil.

A liberação da comercialização de gasolina comum e do etanol por delivery e a forma de mostrar os preços nas bombas foram as principais mudanças aprovadas.

O valor mostrado na bomba tinha três casas decimais, mas, partir de agora só serão necessárias duas casas decimais. De acordo com a ANP, as medidas passaram a ser discutidas após a greve dos caminhoneiros que aconteceu em 2018 e foram submetidas à consulta e audiência públicas.

ICMS

No início deste mês começou a vigorar o congelamento dos preços de referência para cobrança do ICMS sobre os combustíveis, medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e que ajudaria a suavizar os repasses às bombas.

Desde o reajuste do fim do outubro, o preço da gasolina nas bombas tem alta acumulada de 5,1%. Já o diesel subiu 7,1% no período.

O cálculo do ICMS ficará congelado por 90 dias, até 31 de janeiro de 2022.

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