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Cielo escolhe Amazon Web Services como provedora de computação em nuvem

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Cielo escolhe Amazon Web Services como provedora de computação em nuvem GettyImages
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A Cielo (CIEL3) escolheu a Amazon Web Services (AWS) como provedora de serviços em nuvem, passando assim a criar e desenvolver seus planejamentos no âmbito de computação Cloud. A empresa de serviços financeiros, que já possui parcerias com a Amazon, acredita que a migração de seus sistemas para a modalidade otimizará os processos e poderá reduzir os custos de infraestrutura.

“Já demos início à migração de mais de 900 servidores, o que nos garante utilizar grande quantidade de tecnologias self-service da AWS. Dessa forma diminuímos o tempo de desenvolvimento de novas soluções”, afirma, em nota, o superintendente de Cloud da Cielo, Marcos Albino.

Segundo a Cielo, a Amazon foi a escolhida por conta de seus investimentos em segurança, e também porque a companhia deve treinar cerca de 200 funcionários da adquirente em temas como arquitetura, desenvolvimento e dados. As duas empresas possuem parcerias no desenvolvimento de produtos e soluções.

No ano passado, explicou a Cielo, foi por meio da computação em nuvem que a rede da companhia se tornou a primeira a aceitar pagamentos feitos por beneficiários do auxílio emergencial através do aplicativo da Caixa Econômica, que fez o pagamento do benefício.

“Ao expandir sua operação na AWS, a Cielo passa a contar com o desempenho, elasticidade e o suporte que precisa para manter seus clientes seguros, ao mesmo tempo que utiliza a ampla gama de serviços para escalar de acordo com a demanda’, diz o diretor-geral da Amazon Web Services no Brasil para o setor corporativo, Cleber Morais.

Além disso, a Cielo explica que as novas funcionalidades dos seus aplicativos tiveram uma redução no tempo necessário até que ficassem prontas, para uma semana, devido ao uso da nuvem da Amazon. Anteriormente, o intervalo chegava a um mês inteiro.

3T21

A Cielo reportou um lucro líquido de R$ 211,9 milhões no 3T21, aumento de 111,1% em relação ao período homólogo do ano passado, e de 17,5% ante ao segundo trimestre de 2021.

Segundo a empresa, o resultado foi impulsionado pela recuperação dos volumes capturados, assim como pelo negócio de antecipação de recebíveis. A companhia disse que suas subsidiárias, em especial a Cateno, tiveram um melhor desempenho neste trimestre.

Mesmo com a alta da taxa básica de juros (Selic), que acaba pressionando o financeiro, a companhia afirma que a situação não atrapalhou a melhora operacional. Com isso, a receita líquida da Cielo foi de R$ 3,009 bilhões, alta de 4,4% em 12 meses, e de 7,0% em três.

Em relação à geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 692,8 milhões no período entre julho e setembro, alta de 44,3% em um ano, e de 19,3% em um trimestre. A margem Ebitda subiu 6,4 pontos percentuais em termos anuais, para 23%.

Já os gastos da Cielo totalizaram R $2,595 bilhões, representando redução de 3,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas com um aumento de 4,1%ante o segundo trimestre deste ano.

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