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Oi reporta prejuízo líquido consolidado de R$ 4,8 bilhões, recuo de 86,5% no 3T21

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Oi reporta prejuízo líquido consolidado de R$ 4,8 bilhões, recuo de 86,5% no 3T21 Shutterstock
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A Oi (OIBR3;OIBR4) apresentou um prejuízo líquido consolidado de R$ 4,8 bilhões no terceiro trimestre deste ano, um recuo de 86,5% ante os R$ 2,580 bilhões negativos que foram registrado no mesmo período de 2020. O Imposto de Renda e Contribuição Social também foram negativos no valor de R$ 292 milhões.

A receita líquida consolidada da companhia totalizou R$ 4,5 bilhões, apresentando um crescimento de 3,0% em relação ao trimestre passado e queda de 3,9% em relação ao terceiro trimestre de 2020.

A receita líquida das operações brasileiras totalizou R$ 4,4 bilhões, recuo de 4,0% em relação ao 3T20, enquanto a receita líquida das operações internacionais (África e Timor Leste) totalizou R$ 57 milhões, crescimento de 3,0% comparado ao 2T21 e queda de 1,9% em relação ao 3T20.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 1,398 bilhão entre julho e setembro, resultado 5,86% menor que o registrado no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda consolidado de rotina totalizou R$ 1,4 bilhão, ficando em linha com o 3T20 e apresentando um crescimento de 13,7% na comparação com o 2T21.

A dívida bruta consolidada da Oi registrou um saldo de R$ 34 bilhões no 3T21, representando uma elevação de 16,9%, enquanto a dívida líquida totalizou R$ 29.899 milhões no trimestre, 16,4% maior quando comparada ao 2T21 e uma alta de 40,7% na comparação anual.

Residencial

No segmento residencial, a receita líquida das operações continuadas totalizou R$ 1,3 bilhões no 3T21, apresentando crescimento de 2,1% na comparação trimestral e crescimento de 2,4% no comparativo anual.

As receitas ligadas aos serviços de Fibra já são superiores às receitas dos serviços de cobre, atingindo R$ 751 milhões no trimestre, que representam 56% de participação no total da receita do segmento.

A receita de Fibra alcançou R$ 805 milhões no 3T21, sendo R$ 751 milhões provenientes de clientes residenciais e R$ 54 milhões de empresas.

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